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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Rue des Saints-Péres e outras...                                                                                                                                    
          Uma interessante rua localizada no quartier Saint-Germains-des-Prés, que marca uma parte do limite entre o 6º e o 7º arrondissements. Seu inicio é no Quai de Voltaire terminando na Rue de Sèvres.
Antigo Hotel Gittard
          Comecei meu passeio pela rue de Sèvres (nesse ano de 2015 aluguei o apartamento nessa simpática e agradável rua, por isso os números estão em ordem decrescente). Logo no inicio me deparei com o "Ancien Hôtel Gittard" - números 63/65. Foi construído pelo arquiteto de Louis XIV - Daniel Gittard, mais ou menos em 1658 para ser sua própria residencia. Não foi possível entrar, mas sei que possui um belo afresco no teto de um dos quartos, atribuído a "École des Versailles". Hoje funciona um hotel 4 estrelas, o Hotel de Saints-Péres. E foi no numero 63 que Chateaubriand residiu de 1811 a 1814 no antigo Hôtel de la Valette. Foi também um local escolhido por outros grandes nomes como Sartre, S. de Beauvoir. J.Greco, F. Leclerc e outros.

Hôtel des Saints-Peres


Hotel Gittard






63, rue des Saints-Peres
antigo Hotel de la Valette

Cathedral Vladimir-le-Grand

          Nos números 49/51, esta situada a Catedral Saint-Vladimir-le-Grand, igreja de culto grego-católico Ucraniano.
          Era uma antiga capela do Hospital de Caridade e transformada durante a Revolução Francesa em local de ensino médico e para os estudos de biomedicina, de ciências humanas e sociais e de matemática, tanto que o vizinho próximo é a faculdade de Medicina da "Université Paris Descartes".
          A capela foi transferida para a comunidade Ucraniana em 1942 e em 1961 passou de igreja para Catedral. Bastante frequentada pelos ucranianos.


Faculté de Medecine
Faculdade de Medicina Paris
           No numero 45 encontra-se a Université Paris Descartes - sendo esta uma das treze universidades parisienses. É pluridisciplinar e faz parte da "Université Sorbonne Paris Cité". Foi criada em 1971 a partir das antigas faculdades da "Université de Paris".


           Andando um pouco mais, entrei na Rue Jacob e desci pela Rue Bonaparte. 
Rue Bonaparte. Em primeiro plano a Academia de Medecina
 e logo depois, os portões da Escola de belas Artes.

Academia de Medicina - Paris

                      


 O numero 16 da Rue Bonaparte abriga o belo prédio da Academia de Medicina, criada em 1820 pelo Rei Louis XVIII.


Entrada da Escola de Belas Artes








           


          Quase esquina com a Rue de Beaux Arts, numero 14,  encontra-se a Escola Nacional de Belas Artes, logicamente uma maravilhosa entrada com um belo portão. Nesse local passaram-se grandes nomes como Monet, Delacroix, Renoir e outros. O prédio tem um estilo bastante ornamentado com estatuas, colunas etc...

  
13, Rue de Beaux-Arts
          Entrei numa pequena rua de apenas 138 m - Rue de Beaux Arts - e logo percebi que era apenas pequena no tamanho, mas muito grande em historia. Andando devagar fiquei a imaginar tanta coisa que poderia ter sido. Entre importantes endereços, o numero 13 faz homenagem a dois grandes escritores que viveram em épocas diferentes, mas que por coincidência ou não, partilharam o mesmo local. Naquele pequeno prédio, outrora Hôtel d'Alsace, olhando de frente podemos ver duas placas comemorativas: de um lado, em memoria a Oscar Wilde que no dia 30 de novembro de 1900 ali passou seus últimos instantes de vida, e de outro, a placa que marca a presença em Paris, do grande escritor argentino, Jorge Luis Borges, que ali viveu de 1977 a 1984.

Placa em homenagem a J.L.Borges
Placa em homenagem a Oscar Wilde 





           Não parei por aqui, segui meu passeio naquele dia, sozinha como gosto de fazer minhas viagens, descobrindo incríveis endereços e incríveis historias. Próxima postagem...




quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Ruas que guardam historias, segredos e mistérios.




Rue de la Roquette esquina com a Rue Croix-Faubin

Marcas da guilhotina
          No 11ème arrondissement podemos ver ainda vestígios da guilhotina que pertencia a antiga prisão de la Grande Roquette, construída em 1836 e fechada oficialmente em 1974. São marcas praticamente invisíveis por alguns pedestres, no entanto devido a minha enorme curiosidade, la estive para constatar essa veracidade cruel instalada durante o seculo 19.
          São cinco pedras de granito bem fixas, que asseguravam o bom funcionamento da guilhotina (69 pessoas foram guilhotinadas nesse local).
          Na época o local era chamado de "Abbaye de cinq pierre", tinha a forma de uma cruz católica. A primeira execução aconteceu em dezembro de 1851 e em 1860 a mesma foi transferida para um novo local que ainda ficou ate 1930 (60/62 - Rue de la Folie-Regnault).

Escola Maternal
          Ainda andei por essa rua quase toda a tarde. No numero 144, atualmente funciona a Escola Maternal. Mas o que me chamou a atenção foi a placa à direita da porta principal - uma homenagem as mais de 1200 crianças judias que, de 1942 a 1944, foram levados para os campos nazistas vitimas destes e dos colaboradores do governo de Vichy.


                                                                                           Um pouco mais adiante, onde hoje existe um lindo jardim
(Square de la Roquette), foi no tempo da segunda guerra o local onde ficaram confinados mais ou menos 4000 cidadãos da Resistência (esse local fora no século 19 o local da antiga prisão "La Petite Roquette").
Square de la Roquette


          De todas as surpresas encontradas nesta rua, a que mais me chamou a atenção foi saber que no número 17, entre 1882 a 1883, morou o grande poeta Verlaine em companhia de sua mãe. Dizem que nesse período e nesse local ele escreveu "Les Poètes Maudits".




Rue Denoyer - 20éme arrondissement

          Antigamente era um local privilegiado e de grandes divertimentos. Hoje é uma rua coberta de grafites de diversos artistas. Interessante rua e conversando com um senhor que passava no local, ele me disse que nesta rua se encontrava o cafe predileto e frequentado por Edit Piaf. E no endereço 67, Bd Lannes Edit Piaf viveu seus últimos anos.
          São grafites admiráveis. Os muros são completamente cobertos e me parece que são mudados constantemente a partir do momento em que um grafiteiro pinta por cima da obra de outro grafiteiro.


La Rotonde de la Ruche - 15ème arrondissement



          Situada na Passage Dantzig, foi fundada em 1902 pelo escultor A. Boucher. Interessante pequena vila de artistas. Atualmente ainda moram alguns artistas mas me parece que não esta mais aberta ao publico.














           La Ruche, festejou em 2003 seu centenário. Atualmente esta sob a responsabilidade da Fundação La Ruche- Seydous e possui conselho de administração.Um local atípico que já acolheu perto de 60 ateliers.









segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Parc Bagatelle












          Não é um parque assim tao desconhecido, no entanto o turista quase sempre se esquece de reservar um tempo para conhece-lo  e desfrutar de seus encantos em cada canto.
          Situado no coração do Bois de Boulogne, esse parque e seu castelo foram construídos num prazo minimo (64 dias), depois de uma aposta feita entre a rainha Marie Antoinette e seu cunhado o conde d'Artois,  irmão de Louis XVI e futuro Charles X.


Château de Bagatelle
Castelo Folie
         Quando foi  comprado em 1775 pelo conde, para dele fazer seu local preferido e receber tranquilamente suas conquistas, estava abandonado e esquecido. A rainha, no entanto, o provocou dizendo que queria ali ser recebida  no prazo máximo de dois meses com todas as honrarias a que tinha direito. Assim foi construído o castelo chamado Folie em dois meses e como prometido, o conde a recebeu ganhando, portanto, a aposta.
          Apos a Revolução Francesa, o conde é expulso e Bagatelle fica abandonado. Por ali passaram alguns novos proprietários até que em 1806 Napoleão se apossa do local e passa a utiliza-lo como pavilhão de caça, Porem em 1814 o conde consegue recupera-lo e devolve a seu filho.
         Depois é novamente vendido a um aristocrata inglês que reforma e aumenta a superfície, pois NapoleaoIII seu amigo, lhe cede a área ao lado - o bois de Boulogne. Muitas construções foram acrescidas, como por exemplo: a Oragenrie e os pavilhões de guarda.
         Ainda teve depois disso outros donos ate que em 1905 o governo francês o adquiriu para evitar uma possível destruição por abandono ou outro motivo qualquer.
A Orangerie de Bagatelle
Orangerie
         O parque oferece uma variedade de atracões que valem a pena conhecer:
Cascata aritificial - construida pelo conde d'Artois;
Orangerie - construida em 1865. No inverno as arvores são ali abrigadas e durante a primavera são colocadas para fora;
O Jardin des Presentateurs - coleção de clematites e asters (flores);
Jardin d'Iris - flores coloridas e lindas;
Roseiral - são mais de nove mil rosas; Na realidade existem dois roseirais, um perto da Orangerie e outra perto do castelo;
Quiosque da Imperatriz ( esposa de Napoleão III );

O Trianon
Trianon
        Ao lado do castelo tem o Trianon (local de exposições temporárias), dois pavilhões de guarda e um espaço razoavelmente grande  com varias estatuas;
        O Jardim Frances fica atras do castelo.

         Tem uma belíssima área verde, local tranquilo e com certeza não vão se arrepender de conhecer.
        Andando pelo parque você vai se deparar com um lago de ninfeias e um chorão de 140 anos e ainda as Ruinas da abadia de Longchamps.

          Possui um restaurante ( Les Jardins de Bagatelle ), que fica perto da entrada Routes Sévres à Neuilly, a comida é muito boa e o local agradável.

Fundação Louis Vuitton

         Para chegar a Fundação Louis Vuitton deve-se pegar o metro linha 1, descer na estacão Les Sablons e tem um micro ônibus na gare que faz o transporte ate a fundação. Outra maneira de chegar que achei melhor foi pelo Parc Bagatelle, a pé mas como paisagens de encher os olhos.


Fundação Louis Vuitton
Mare Saint James 



        A Porte Saint James é um acesso secundário ao Bois de Boulogne, à partir de Neuilly-sur-Seine


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Musée de L'Armée - Invalides - Exposição Temporária
CHURCHILL DE GAULLE 
     


          Esse, na minha opinião, é um dos melhores museus de Paris. Sempre que estou nessa cidade maravilhosa, reservo um dia para visita-lo, as exposições temporárias são excelentes.






       
           Nesta minha ultima viagem estava tendo a exposição: CHURCHILL - DE GAULLE.
           Antigamente, o museu dos Invalides era um hospital de guerra do seculo 17, hoje praticamente desativado (apenas uma parte da ala esquerda ainda funciona como hospital). O prédio, por sinal grande, abriga o museu das armas, duas igrejas e o túmulo com os restos mortais de Napoleão. Por incrível que pareça, para ver o mausoléu temos que nos curvar, pois sua localização nos obriga a isso...ou seja, mesmo depois de morto Napoleão nos obriga a curvar perante ele.
Túmulo de Napoleão






          O ano de 2015 marca uma dupla comemoração: 70 anos da liberação da França (janeiro) e o fim da guerra (maio) com a vitoria dos aliados. Comemora-se também os 50 anos da morte de Churchill.


De Gaulle nove anos
          De Gaulle nasceu em 1890 em Lille no seio de uma família de pequena burguesia católica. Cresceu em Paris e sempre sonhou com uma carreira militar, por isso estudou numa das melhores escolas, a Saint-Cyr. Foi general, politico e estadista francês. Veterano da primeira guerra, sendo feito prisioneiro pelo alemães até o fim da guerra.

Churchill nove anos
          Churchill nasceu em 1874 no condado de Osforshire, Inglaterra. Filho de politico, conviveu com essa realidade toda sua adolescência. De internato em internato, sofreu a falta de afeição entre uma mãe frívola e um pai, brilhante politico, mas desinteressado pelo filho que tanto o admirava.
          Sua vitória no legislativo em 1900 marcou o inicio de sua longa carreira politica, ocupando postos importantes.
          Ambos foram figuras de destaque nas Guerras Mundias. Foram políticos, escritores, oradores e Churchill foi ainda correspondente de guerra e pintor.
Reunião Casa Branca: Giraud, Roosevelt, De Gaulle, Churchill
Janeiro de 1943
          Em 1938 eles ainda não se conheciam, mas tinham as mesmas visões a respeito dos perigos que rondavam os anos trinta. Em junho de 1940, já no período de guerra, aconteceu o primeiro encontro, colocando-os a prova dos interesses nacionais,
          Tanto um como o outro eram escritores, mas com uma diferença: Churchill sempre ganhou sua vida graças ao jornalismo e seus livros, tanto que em 1940, quando tornou-se primeiro ministro, ele já havia escrito os seis volumes de memorias sobre a I Guerra. De Gaulle não era escritor profissional, mas antes da II Guerra Mundial tinha quatro livros publicados, não para ganhar a vida mas para fazer conhecer suas ideias.
          Ambos escreveram suas memorias de guerra. De Gaulle sem nenhuma colaboração, enquanto que Churchill teve ajuda de um grupo de pesquisadores. Quanto ao sucesso das obras, a de De Gaulle teve reconhecimento imediato na França e a de Churchill, reconhecimento mundial, traduzido em vários idiomas e contribuiu para o recebimento do Premio Nobel de 1953.
          Uma exposição inteligente e muito interessante, pois o Museu fez uma bela cruzada entre essas duas grandes figuras, aliados e ao mesmo tempo, eu diria, irmãos inimigos.
          A exposição apresentou objetos, documentos de arquivos, uniformes, pinturas, fotos e recursos audiovisuais.
          Para os amantes de Historia valeu a pena, assim como todas as outras que esse museu apresenta todos os anos como exposições temporárias. O interessante em Paris, quando se vai muitas vezes, é buscar as exposições temporárias que cada museu oferece, pois é sempre uma oportunidade.


De Gaulle na época da  guerra
Resultado de imagem para churchill de gaulle
Churchill na época da guerra

As fotos foram tiradas das fotos da exposição.



Musee des Invalides - 7eme arrondissement
Metro - Tour Maubourg


sábado, 20 de junho de 2015

Museu da Arte e Historia do Judaísmo - estatua do capitão Dreyfus


Entrada do Museu
 
          É evidente que esse é um endereço bastante conhecido. Le Musée d'art et d'histoire du Judaisme que foi aberto em 1998 e instalado no belíssimo Hotel de Saint-Aignan - seculo XVII.
         Mas esse meu post é para falar da estatua pouco percebida no centro da cours principal.
         Trata-se do não menos capitão Dreyfus com sua espada partida, que significa uma enorme parte da sua historia.



Patio interno do Museu
   
Escola Militar
          Alfred Dreyfus foi um oficial francês, judeu e vitima do maior erro judiciário da França, ocorrido em 1894. Condenado por um crime que não cometeu, teve em 1895, em plena praça de honra da Escola Militar, diante de uma multidão, retirado os galoes de oficial numa cena humilhante. Entre todos os militares da escola  era o único oficial judeu (assumiu característica de anti semitismo Nacional) e seu caso tomou proporções enormes em toda sociedade francesa e em todo o mundo. Seu suposto crime se referia a um conjunto de documentos "falsos" denominado
 "Le bordereau"e sua acusação, pelos monarquistas, era de que ele teria,através deste, vendido segredos militares aos alemães.
     
            Condenado a prisão perpetua em fevereiro  de 1895, foi enviado para a ilha do Diabo onde ficou por quatro anos, quando teve novamente novo julgamento na cidade de Rennes, em 1899 e de novo condenado. Era visível sua inocência, e nessa época a França se dividiu em dois grupos: os dreyfusards e os anti-dreyfusars.
Champs de Mars - em frente a Escola Militar











           Emile Zola foi fundamental para o esclarecimento de todo esse terrível erro judiciário, assim como nosso grande jurista Rui Barbosa. A famosa carta ao Presidente em defesa de Dreyfus  e denunciando o Alto Comando Militar, intitulada J'accuse, é da autoria de Zola que muito fez para provar sua inocência.
         Foi anistiado e reabilitado em 1906.
         O caso Dreyfus, que reflete o anti semitismo, retomou o termo Shoah - esse é originário de um dialeto alemão, falado pelos judeus ocidentais e vem do hebraico.
         O museu apresenta documentos únicos da arte e da historia dos judeus na França - assim como a cultura e suas tradições. possui ainda gravuras, jornais, objetos, pinturas e todo um acervo da interessante historia desse povo. Para minha surpresa, encontrei entre os livros expostos, um exemplar idêntico ao meu cujo titulo é : Cinq années de ma vie de A. Dreyfus - diário escrito quando esteve preso na ilha do Diabo - minha edição é também de 1901.

7, Rue de Renaudes - Paris

Esta enterrado no cemiterio de Montparnasse - Paris







Metro - Rambuteau

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Locais quase desconhecidos dos turistas

           Nos dias que passei em Paris desta última vez ( maio 2015 ) decidi que o melhor era mesmo sair andando sem rumo, sem pressa, em busca de locais escondidos. Quando se propõe a descobrir novos locais, sentimos que nossos olhos e nossos sentidos nos levam ate eles. Vários me surpreenderam pela beleza e por estar em locais por onde passei tantas vezes e nem percebi, outros eram conhecidos mas que não dava tanta importância, afinal  ainda não tinha esse meu canto especial para dividir com vocês minhas experiencias.


Estação de Metro Palais Royal - Museu du Louvre

          Completamente diferente das outras estações. Encontrei um casal de médicos e ficamos conversando a respeito. Ele me disse que a obra é do artista francês Michel Othoniel. Feita quase que inteiramente de vidro, sendo este seu principal material. Não é das minhas preferidas, mas vale a pena descer uma vez nessa estação para conhecer o trabalho deste artista que tem suas obras expostas em vários países.



Metro - Palais Royal

Rue Germaine Taillefere - 19eme arrondissement

       
     










Esta rua fiquei conhecendo quando voltava da visita ao local " La Vache Bleu ". Raul Castaneda estava em minha companhia e me explicou que o nome da rua era uma homenagem a uma compositora francesa. Mas o que me chamou a atenção foram os desenhos dos muros. Originais e bem coloridos...adorei e não perdi a chance de me fotografar sendo observada por aquela mulher com olhos enormes e de cor lilas. Na minha mão, um ramalhete de flores lilas que Raul Castaneda tinha me oferecido do jardim do seu atelier.

Metro - Ourcq

Square d ' Ajaccio - 1865 - 7eme arrondissement

   
          Tantas vezes passei por esse local, mas desta vez realmente prestei atenção. Trata- se do jardim que fica num dos lados  do "Hotel des Invalides" - direção Museu Rodin.

          Ele possui duas lindas estatuas de bronze  e um medalhão... homenagem a Hippolyte Taine, fica debaixo da arvore onde costumava passar um tempo meditando e sonhando, ele foi um filósofo e historiador francês ( 1828 - 1893 ).
Medalhao




          As estatuas são: La defense du Foyer e a outra do General Gourand - General Frances (1ª guerra mundial e guerra Franco-síria).
La defense du Foyer
         


General Gourand
          Esse square foi criado por Jean-Charles Alphand com bastante arvores e as magnólias que perfumam o local.
         O parisiense da muito importância a esses pequenos, médios ou grandes jardins escondidos nos cantos de Paris. No verão e outono podemos encontrar uma enorme quantidade de pessoas lendo, conversando ou mesmo levando as crianças para se divertirem.
Local tranquilo e gostoso para descansar depois de uma longa visita ao Museu das Armas - Invalides.

Metro - Invalides

Jardin Catherine Laboure -

Vista do Jardim Catherine Laboure

           Lindo jardim no 7eme, rue de Babylone. É  preciso estar atento pois está escondido atras dos muros desta rua. Pesquisando descobri que o nome é de uma religiosa que foi testemunha da aparição da virgem no século 19. Os bancos ficam à sombra de belas cerejeiras e macieiras que da ao local um ar verdadeiramente romântico.
          Existe uma associação neste jardim dedicada a preservação do local e que oferece a cada quarta feira, atividades pedagógicas para as crianças de 4 a 8 anos.

Local das atividades pedagógicas.


















Metro - Servre-Babylone

                 Depois de tanto andar por Paris, nada melhor do que descansar ao lado dessa simpática escultura que fica em frente ao Institut Hongrois a Paris.

92, Rue Bonaparte